Comentem os textos

Disse Voltaire:

"Posso não concordar com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-lo.”
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A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade. (Carlos Drummond de Andrade)

sexta-feira, 27 de junho de 2008

‘Dr. Fritz” em Garanhuns

Dias de Férias são assim, quando não se tem o que fazer a gente arruma.


Curioso em saber um pouco mais sobre o “Dr. Aran”, que diz incorporar o espírito do Dr. Fritz, que aliás, não existe registros comprovados de sua existência e feitos. Alguns dizem que Fritz teria nascido na Alemanha e vivido na Polônia, outros invertem essa idéia. Enfim, tentei entender o que seria Charlatanismo, e se a atividade do Dr. Aran se enquadraria nessa idéia.

Primeiramente, o que seria Charlatanismo?

Indo direto ao ponto, e sendo bastante simplista, diria que Charlatanismo consiste na propaganda de serviço ou produto não comprovado. Mas como tudo tem sua origem, vamos a ela:




Charlatanismo é a prática do charlatão, palavra que deriva do italiano ciarlatano, que seria, segundo alguns, corruptela de cerretano (ou seja, natural de ou oriundo de Cerreto, vila situada na Umbria, Itália, e segundo a maioria, derivada de ciarla, ciarlare (de “falar”, “conversar”, neste caso seria equivalente, em português, a “parlapatão” – pois denota o uso da palavra para ludibriar outrem. Em outros idiomas o charlatanismo adquire a acepção de exercício ilegal da medicina, ao passo que em português tem significado comum de vendedor de substâncias pretensamente medicinais, curativas, que apregoa com vantagens.Em sentido geral e vulgar, portanto, o charlatanismo pode ser definido como toda prática pseudo-científica, apregoada por alguém com vantagens para si, pecuniárias ou não, ludibriando a outros. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Charlatanismo)





Charlatanismo também costumava ser um termo pejorativo usado para descrever o curandeirismo. À medida que o curandeirismo foi se tornando mais popular, e à medida que usar termos pejorativos foi se tornando politicamente incorreto, exceto para as classes anteriormente oprimidas, charlatanismo passou a ser chamado de medicina alternativa e medicina complementar pelos que as praticam, e de terapias não-comprovadas pelos que as criticam. Quando o charlatanismo é misturado com medicina científica, esta última é chamada de modalidade convencional, e o resultado é chamado de medicina integrativa pelos que a praticam.
O charlatanismo geralmente envolve a integração de metafísica e coisas como magia simpática ou espiritualismo com o processo de cura. O que falta ao charlatanismo em matéria de estudos científicos, lhe sobra em porções generosas de cuidados e superdoses de esperanças.
Quackery (charlatanismo em inglês) é uma abreviação de quacksalver, e provavelmente não tem qualquer relação com o grasnido dos patos. Quacksalver é derivado de duas palavras do holandês médio, e aparentemente significa curar com ungüentos. No entanto, quacken significa gabar-se. Assim, um kwakzalver poderia ser um curandeiro que se vangloria. Neste caso, medical quackery (charlatanismo médico) seria um oximoro.

Enfim... Depois do baiano José Arijó e outros, temos agora uma nova febre da “doutrina fritziana”, o “Dr. Aran” (Kleber Ferreira e Silva, Frank Aran Silva, Kleber Aran Ferreira e Silva, 35 anos... encontrei tantos nomes para o mesma pessoa que já não arrisco afirmar qual o real), que afirma tratar os doentes através das técnicas do Dr Fritz. Métodos, aliás, muito rudimentares, utilizando-se de instrumentos perfuro-cortantes como agulhas, facas, bisturis, algumas vezes até facas de cozinha. O chamado “show da cura” é feito em meio ao público e suas “cirurgias” são realizadas ao vivo, em meio à multidão. A curiosidade não foi suficiente para ir assistir seus “trabalhos”, mas pesquisei um pouco sobre “Dr. Aran” e encontrei muitos relatos contrários a ele, por todo o Brasil. Charlatão foi o termo mais comum. Muita gente o acusa de usar de técnicas de acupuntura e fazer falsas cirurgias para vender falsos remédios a base de ervas para rechear o bolso por onde passa. O relato mais comum é que o mesmo arrecada alimentos para ser distribuído com a população carente e que realiza atendimentos de forma gratuita. Não encontrei abordagem sobre a real destinação dos alimentos, contudo diversos textos foram encontrados, com acusações sobre a venda dos remédios e de pessoas que nunca se curaram.

Certo é que os métodos de tratamento utilizados contrariam os ensinamentos bíblicos e a doutrina cristã, bem como a legislação pátria.

O código penal, no art. 282 determina que o exercício ilegal da medicina, arte dentária ou farmacêutica. Exercer, ainda que a título gratuito, a profissão de médico, dentista ou farmacêutico, sem autorização legal ou excedendo-lhe os limites: A pena é de detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos. Em seu parágrafo único determina-se que se o crime é praticado com o fim de lucro, aplica-se também multa.

Vejamos abaixo um trecho de um jornal paraibano, onde recentemente o “Dr. Aran” esteve de passagem.





Dr. Aran fica em João Pessoa até o dia 29 de março e diz que não cobra pelo atendimento espiritual realizado em nome do Dr. Fritz. No Amazonas, onde esteve por 40 dias antes de vir para João Pessoa, o terapeuta holístico causou polêmica na imprensa, que o acusou de faturar R$ 350 mil vendendo "remedinhos" a base de ervas. "São medicamentos para continuar o tratamento espiritual. Ninguém é obrigado a comprar. Se quiser adquirir, cada frasco custa R$ 7,00. Esse dinheiro é usado para cobrir os custos de nossa estada, aquisição de luvas, seringas e outros materiais".





Não dá para colocar todos os resultados da pesquisa, mas vai alguns links que ainda guardei.







Rogério Soares de Souza




http://luishipolito.blogspot.com/2007/11/dr-fritz-ter-centro-em-manaus.html

http://www.folhape.com.br/folhape/materia.asp?data_edicao=23/06/2008&mat=99461

http://portalamazonia.globo.com/noticias.php?idN=60121

http://www.blogdoholanda.com/News/detail.asp?iData=846&iCat=633&iChannel=1&nChannel=News

http://www.jornaldoradio.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=3655&Itemid=46

http://reporter2.blogspot.com/2007/12/nem-todos-os-pacientes-do-show-da-cura.html

http://www.afonteenoticia.com/noticia.php?noticia=4131

http://www.conscienciacrista.org.br/novo/geral/busca.php?start_from=&ucat=19&subaction=showfull&id=1207156306&archive=1209165090&

http://www.alternativanordeste.com.br/?p=not&id=1588

http://www.orkut.com.br/CommMsgs.aspx?cmm=1183253&tid=2502888835243995572&kw=medium+aran

http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=24651538

http://www.youtube.com/watch?v=D0cSKGYhx8A&NR

http://www.youtube.com/watch?v=D0cSKGYhx8A

http://www.youtube.com/watch?v=6O4pMFv8d_I&feature=related





domingo, 8 de junho de 2008

Ao Sport, a Pernambuco com amor!

Autor (?)


AOS MEUS AMIGOS...
'NOVA ROMA DE BRAVOS GUERREIROS'

AOS LEÕES DO NORTE, ATÉ A VITÓRIA...

Ao Sport, a Pernambuco com amor!

Escrevo a vocês, jogadores do Sport Club do Recife. Escrevo a torcida rubro-negra, aos pernambucanos e nordestinos que tanto se orgulham de serem filhos dessa terra abençoada, que paga diariamente pelos pecados de todo um país, mas que mesmo assim, se sobressai. Não nos atemos a ser berço de um país. Longe disso. Somos sim, um povo, uma legião, com terra e cultura própria, que não se contém em emoção quando houve o hino de Pernambuco na voz de Dominguinhos. Leão do Norte na voz de Lenine. Que tem em Luiz Gonzaga, o Rei dos Reis. Que se emociona e se benze diariamente às seis horas da noite, ao ouvir a Ave Maria Sertaneja. Somos todos eles: Mestre Vitalino, Chico Science, Carlos Pena Filho, Capiba, João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna, Frei Caneca. Todos eles, de mãos dadas, por uma causa que vai além das esferas esportivas. A causa é muito maior que isso. Que a força de todos os pernambucanos, nordestinos, RUBRO-NEGROS, regida pelo som reproduzido na Noite dos Tambores Sileciosos, ecoe por todo esse país.

Aos nossos jogadores: os mais de 35 mil torcedores rubro-negros, pernambucanos, nordestinos farão voz e lutarão junto com o time até o último minuto na Ilha do Retiro, serão sangue, lágrimas e toda força positiva do mundo para vocês. Que mesmo a distancia, na primeira batalha, pediremos a benção de Deus e Padre Cícero, para que a justiça seja feita a todos os anos de luta, de humilhação, de apanhar, seja física ou verbalmente de todo o país e sequer ter o direito de se defender. Os jogadores não carregam só um clube na camisa, carregam a fé e as preces de um povo, de uma causa, que é a causa Nordestina.

Muitos deles sequer são nordestinos. Pouco importa. Pela luta, pelo espírito, são nossos irmãos. Saibam vocês, jogadores do glorioso Sport, que sua luta e esforço são por deveras reconhecida por todos nós. Que aonde vocês chegaram, em um país como o Brasil, contra tudo e contra todos, não é para qualquer um. Só por isso, vocês já são vencedores. Contudo, nesse momento, vocês têm nas mãos a vitória de um povo. De uma legião. Sentiram na pele o que é a nossa realidade, por isso tamanho empenho. Sabem o quanto significará não tanto ao clube Sport, que é centenário e vencedor, mas sim ao povo pernambucano e nordestino, essa vitória. Eles teimam em desmerecer a vitória de vocês e nossa, abordando outros aspectos. Colocam que a trajetória do rival na competição se diferencia um pouco apenas, porém, sabemos todos, inclusive eles, que isso não é a verdade. O clube, o time, a legião, venceu os principais candidatos. Candidatos esses não por méritos próprios, mas pelo favorecimento incondicional dado a eles, sejam esses capazes ou não. Mas vocês, caros jogadores, caros guerreiros, são os melhores sim!

Mais do que uma medalha e um título, mais do que contratos ou oportunidades em clubes do exterior, vocês terão uma recompensa única a ser levada na hora da morte: a gratidão. O agradecimento e a reverência de um povo que luta e sempre lutará, nessa e nas próximas gerações, para ter o devido reconhecimento. Essa gente maravilhosa que são os pernambucanos, os nordestinos e principalmente a legião de RUBRO-NEGROS.

Lutem, corram, briguem. Quando o corpo fraquejar, a respiração esboçar parar, pensem em nós. Pensem na força que toda essa nação de lutadores está passando para vocês. 'Nova Roma de bravos guerreiros!', como diz o hino de Pernambuco. 'Esses montes e vales e rios, proclamando o valor de teus brios, reproduzem batalhas cruéis, no presente és a guarda avançada, sentinela indormida e sagrada, que defende da pátria os lauréis.'

E por fim, caros Leões do Norte, com a vitória, com a glória, celebrada em sua última batalha, pela vontade divina que parece prever o trunfo desse povo, em nossa casa, a Ilha do Retiro, se fará o silêncio. Por alguns milésimos de segundo, apenas o coração se ouvirá. E ao longe, triunfante, imponente, será visto O Grande Leão. Com a bandeira do Sport Club do Recife de um lado e a do grandioso Estado de Pernambuco do outro. Rugirá com toda a força que lhe cabe como o Rei dos Animais. E assim, dará voz ao seu povo, sua legião, que clama por essa vitória. E nada mais se ouvirá senão o grito de É CAMPEÃO!

Que venha a batalha!
Que venha a guerra!
Estamos prontos!

Salve nação rubro-negra do glorioso Sport Club do Recife!
Salve nação pernambucana!
Salve nação nordestina!

quarta-feira, 4 de junho de 2008

O Typhis Pernambucano

Por Roberto Vieira e Juca Kfouri

De repente, Pernambuco se tornou a Argentina dos anos 60.
Wanderley Luxemburgo diz que tem medo de jogar no Recife. Abel Braga exclama sobre a nossa prostituição. O presidente da Federação de Futebol do Rio de Janeiro, Rubens Lopes, deseja retirar os jogos do nosso estado. Rubens Lopes, que assistiu o conflito no jogo Náutico x Botafogo ali perto. Na Austrália. Tudo curiosamente depois das derrotas dos seus clubes.

Tudo no dia 2 de junho. Dia em que se completam 184 anos da Confederação do Equador.

O futebol brasileiro foi tomado por uma aura de santidade nunca vista. Jamais houve quebra-pau entre PM e torcida em Porto Alegre. Na Batalha dos Aflitos, os jogadores do Grêmio não chutaram o árbitro. A PM de São Paulo não evitou um desastre no jogo Corinthians e River Plate quando os torcedores ameaçaram invadir o campo. São Januário não presenciou cenas dantescas na partida entre Vasco e Sport.

O Maracanã nunca foi invadido. Nunca teve mortos na quebra de grades de proteção. Nunca antes na história deste país um estádio assistiu a confusões entre jogadores e polícia.
O Brasil não tem prostitutas.
O Brasil não tem marginais.
O Brasil não tem violência.
O Brasil não tem desigualdade social.
O Brasil é um oásis de felicidade e desenvolvimento na América Latina.

Exceto por uma chaga. Exceto por uma ovelha negra. Exceto por uma pústula:
O Estado de Pernambuco. O resto do Brasil esqueceu. Pois a amnésia é abundante nesta terra que tudo dá. Mas Pernambuco não se rende. Nunca se rendeu.

Nem em 1817. Nem em 1824. Nem hoje.

As manobras que tecem nos bastidores do futebol brasileiro são mesquinhas. São injustas. São fratricidas. O Estado de Pernambuco é muito maior que as calúnias de Wanderley Luxemburgo, Abel Braga, Bebeto de Freitas e Rubens Lopes.

Muito maior que um jogo de futebol. Pernambuco é mais que um estado. É um sentimento. Uma saudade. E o nosso amor por Pernambuco não está à venda. Não tem preço.

Mesmo nesse tempo de trevas esportivas. Tempos em que cabe recordar os versos de Camões que constavam do jornal Typhis Pernambucano, editado por Frei Caneca: "Uma nuvem que os ares escurece sobre nossas cabeças aparece."

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

"A insensatez... que você fez

Coração mais sem cuidado

Fez chorar de dor o seu amor
Um amor tão delicado

Ah! Porque você foi fraco assim
Assim tão desalmado

Ah! Meu coração quem nunca amou
Não merece ser amado

Vai meu coração, ouve a razão
Usa só sinceridade

Quem semeia vento, diz a razão
Colhe sempre tempestade

Vai meu coração
Pede perdão, perdão apaixonado

Vai porque quem não pede perdão
Não é nunca perdoado"

(Insensatez - Tom/Vinícius)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008


Passa o sonho, passa a glória, passa a fama
o néscio, jovem, rico, pobre, preto-branco
passa a massa, o rio, o povo, a onda.
O poder também passa, de mão em mão, e como passa...
mais rápido que raio - passa a vaia, a laia
passa a vida, a posse passa.
Como o pão, o grão, passa o amor, o afeto, o ódio
passa a revolta, tudo, tudo passa!

Amigos, dores e prazeres, a rebelião, o anão, a razão
anda, muda, passa e corre

passa débito e crédito, banqueiros e barraqueiros,
Nobre, vassalo, leão, cavalo,
passa o susto, o santo, o gozo, até a dor!

A dor é a que mais rápido passa, não deixa rastro.
Vanidade, sabedoria, ciência, arte, a muda paisagem,
passa o trem, gado, campo, peixes e hipocampos
como filme longo e curto, tudo passa.
Permanece a lembrança por uma fração de tempo
da tresloucada ânsia do prazer, da eterna posse
posse que passa rapidíssima, muito mais rápida que a luz,
fugaz fuga, que não marca, não fere e não morde.

Passado, presente e futuro é um só, esta imagem persiste,
o resto passa.
Tudo, tudo passa!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

É mais ou menos isso!

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.
Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: - uma grande de 400 reis - outra menor, de 2000 reis.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de riso para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei, respondeu o não tão tolo assim. Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.
Podemos tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda : Quais eram os verdadeiros babacas da história?
Terceira : Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é : A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não tem uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, o que realmente somos.
Conforme palavras de V.V.Rien:
"O verdadeiro sábio, é aquele que as vezes prefere "bancar" o idiota diante de um "idiota" que banca o inteligente".

Rogério

domingo, 25 de novembro de 2007

Sou teu Anjo

Sou teu Anjo - Dalvimar Gallo

Resolvi pedir a DEUS pra que eu possa te guardar
Ser teu ANJO protetor te velar e te cuidar
Quando eu precisei pôs tua vida em mim
DEUS permita-me ser teu ANJO aqui.
Eu pedi pra DEUS gravar o teu nome em minha mão
DEUS foi muito mais além te gravou em meu coração
Já não posso mais esquecer de ti
Tua vida DEUS transplantou em mim.
Há um ANJO aqui que intercede por ti
Trago um pedaço do céu num olhar pra te dar
Há um ANJO aqui bem pertinho de ti
Basta acreditar SOU TEU ANJO aqui.
O teu nome DEUS escreveu em mim.

sábado, 24 de novembro de 2007

E se o Nascimento fosse presidente?

*Se não consguir ler, clique na figura.
*Só pra registrar... Os palavrões são apenas passagens do filme. Não sou a favor do uso dos mesmos.


sábado, 27 de outubro de 2007

MARTE E VÊNUS

MARTE E VÊNUS

Eu nunca havia entendido porque as necessidades sexuais dos homens e das mulheres são tão diferentes. Nunca tinha entendido isso de "Marte e Vênus". E nunca tinha entendido porque os homens pensam com a cabeça e as mulheres com o coração.

Uma noite, semana passada, minha mulher e eu estávamos indo para a cama. Bom, começamos a ficar a vontade, fazer carinhos, provocações, o maior "T" e, nesse momento, ela parou e me disse:
Acho que agora não quero, só quero que você me abrace...
Eu falei:-
O QUEEE???
Ela falou:
- Você não sabe se conectar com as minhas necessidades emocionais como mulher.
Comecei a pensar no que podia ter falhado. No final, assumi que aquela noite não ia rolar nada, virei e dormi. No dia seguinte, fomos ao shopping. Entramos em uma grande loja de departamentos... Fui dar uma volta enquanto ela experimentava três modelitoscaríssimos. Como não podia decidir por um ou outro, falei para comprar os três. Então, ela me falou que precisava de uns sapatos que combinassem a R$ 200,00 cada par. Respondi que tudo bem. Depois fomos à seção de joalheria, onde escolheu uns brincos de diamantes. Estava tão emocionada!! Deveria estar pensando que fiquei louco. Acho até que estava me testando quando pediu uma raquete de tênis, porque nem tênis ela joga. Acredito que acabei com seus esquemas e paradigmas quando falei que sim. Ela estava quase excitada sexualmente depois de tudo isso. Vocês tinham que ver a carinha dela, toda feliz! Quando ela falou:
- Vamos passar no caixa para pagar, amor?
Dai eu disse:
Acho que agora não quero mais comprar tudo isso, meu bem... Só quero que você me abrace.

Ela ficou pálida.
No momento em que começou a ficar com cara de querer me matar, falei:
Você não sabe se conectar com as minhas necessidades financeiras de homem.
Vinguei-me, mas acredito que o sexo acabou para mim até o Natal de 2010.
por Luiz Fernando Veríssimo

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Cala a boca já morreu, quem manda na minha boca sou eu?


Muitos de nós podemos pensar que o tempo da ditadura passou há alguns anos. Ditadura que se iniciou com o Estado Novo em 1937, teve seu “break” com o general Dutra, sucessor do primeiro governo Vargas e se consolidou no período Militar a partir de 1694. Mas pensar que os métodos de vigília uma vez empregados hoje estão fora de moda é não ficar atento ao “controle de qualidade” ao qual estamos submetidos.
No período Militar onde a imprensa foi marcada pela censura, noticias, livros, músicas, entre outros, sofreram com a perseguição dos censores, mas agora que convivemos com um regime democrático será que ainda é necessário não um controle, mas um olhar especial para essas produções culturais?
Para não ir muito distante dessa discussão, foi debatida entre profissionais de imprensa, e até parlamentares, quem deveria resolver os problemas da imprensa brasileira, ela mesma ou políticos que propusessem soluções em forma de leis que contribuíssem para a melhoria do trabalho dela. Pois bem, nem tanto foi discutido, nem a imprensa percebeu que poderia rever suas ações, nem os parlamentares tiveram como se envolver com o objeto, já que estão com tantos outros “furos” para poder discutir e achar soluções.
Enquanto isso, fica a sociedade em uma eterna crise. Crise política, crise da saúde, crise de segurança, crise da educação, crise de transportes, crise de comunicação, e não apenas pela ação das greves, mas hora pela omissão ou até pela parcialidade que alguns veículos de comunicação se posicionam.
Vi uma noticia num programa de debates pela Tv que o governo está bem perto da criação de um canal público de informação, salvo os anos de serviços da Tv Cultura (que pode se encaixar nesse modelo). Essa Tv pública poderia servir para a própria imprensa rever conceitos e ações. Não que este canal se transformasse num modelo de como se fazer jornalismo, pois uma vez sendo estatal, estaria à mercê de várias regulamentações e a imprensa privada que controla a informação no Brasil adequar-sei-ia a isto?
Com regulamentação ou não o certo é que com a Tv pública de ditador o Estado não pode ser taxado, uma vez que países desenvolvidos têm canais públicos e existe sob a imprensa privada várias restrições de como se destacar um fato apurado pela imprensa, não deixando é verdade do país ser democrático.
O que é real é que tudo se coloca a culpa na imprensa. Se o país não cresce, a culpa é da imprensa. Se aprovada uma lei, a culpa é da imprensa porque fez pressão para isso. Se um time de futebol perde um jogo coloca a culpa na imprensa. E a imprensa quando erra ou não cumpre seu dever de informar vai colocar a culpa em quem? Uma resposta que também é muito evidenciada é que estamos numa fase de “choque de gestão”. Vai-se entender que tantas gestões são essas que não param de se chocar.
Se até mesmo hoje em tempos de expressão a imprensa faz propaganda contra a censura e a chama de burra, imagino eu o porquê o governo Militar vetou tanta manchete. Na época do milagre brasileiro acredito que teve de se comprar muito capim para suprir a necessidade de informação que a censura proibia.


*Givaldo Cavalcanti

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Quem Sou? Quem Somos?



Inaugurando esse Blog, ainda em sua incipiente idéia de criação, na fase de cadastro, um formulário entre tantos outros dados, tem o campo em que suscita a definição de “quem sou”. Logo me veio em mente, “mas que formulário mais complicado de se preencher? Acho que vou desistir de completar o cadastro”. Essa também é minha indagação, que dificilmente pudera ser uma afirmação. O questionamento não está aludindo a nossa posição ou situação social, profissional ou qualquer outro aspecto privativo. Seria possível tirar filosofia em um simples formulário de dados na Internet? Certamente filósofos e não-filósofos já se aventuraram a responder esse questionamento. Da essência de “quem sou”, isso eu não conheço resposta. Sabemos nossa função, nossa atividade, alguns objetivos. Genericamente, por senso comum, posso dizer aqui o meu nome, articular que sou cristão, formado em História pela Universidade de Pernambuco - UPE, graduando em Direito pela Autarquia de Ensino Superior de Garanhuns – AESGA, servidor público, filho mais jovem em uma família de oito irmãos, que tem como patriarca o senhor Durval e como matriarca a Senhora Audenice. Posso expor que escrevo ou escrevi “A” e “B”, mas certamente não atingirei o desígnio essencial de pronunciar quem sou. Essa é uma das questões "psico-antropológicamente” mais controvertidas, discutidas e que razoavelmente jamais se chega a uma conclusão majorada. Deve ser isso que estamos fazendo aqui mais uma vez. Estamos ininterruptamente buscando uma acepção, uma resposta. Abstratamente as mudanças sociais, condições de bem-estar não nos satisfazem nessa busca. Dizem que a “logoterapia” ajuda o indivíduo a encontrar um sentido de vida, e assim, saber quem ele é, pra que existe. Bom, não sei determinar com clareza e segurança o que seja a logoterapia, nem ao menos em sentido latu. Na procura dessa resposta é possível esquadrinhar vários sentidos ou parâmetros para se concluir quem somos, quem queremos ou deveríamos ser. Sejam os sentidos religiosos, vocacionais, profissionais, entre tantos outros, mas dificilmente nos depararemos com uma definição que nos satisfaça plenamente, ou que esgote, que possa exaurir o que somos. Embora os possua de modo pleno, não sou sentimentos, não sou desejos, não sou pensamentos, não sou objeto. Será você a imagem do espellho? Quem sou? Quem somos? Acabei pulando essa parte do formulário.

Espero que tenha prestado atenção no que foi dito, pois não foi dito nada.

Então quem é você?

O texto, sem dúvida aqui é sem pé nem cabeça... complete-o, complemente-o, discuta-o.


Tire sua conclusão e divulgue no Blog.







Rogério Soares